Review: “Prophet and Loss” – Com Spoilers!

Minha review do episódio “Prophet and Loss” (14×12), de Supernatural.

 I believe in us.

Não lembro da última vez que Supernatural me fez chorar por dois episódios seguidos (e provavelmente serão 3 seguidos pois o próximo episódio é o 300 com a volta de John Winchester), mas eu desafio você a ver a cena final desse episódio e não se emocionar. Jared Padalecki merece todos os destaques possíveis e imagináveis nesse episódio. Por todo o episódio vemos Sam e Castiel lutando contra o plano de Dean e nos lembrando como os Winchesters nunca desistiram fácil, quando Castiel diz: “Dean, se houver uma faísca – uma esperança – então tenho que tentar. Você me ensinou isso.”, antes de conseguir trazer de volta Donatello. Sam percebe que Dean não mudaria de ideia apenas com uma conversa, então toma uma medida mais extrema: na porrada (literalmente). Só assim Dean perceberia como aquele plano era inadmissível para eles.

Dean: Sam, eu tentei de tudo. Tudo! Tenho uma carta e tenho que jogar.

Sam: Você tem uma carta hoje! Mas nós vamos encontrar outra amanhã. Mas se você desistir de nós hoje, não haverá amanhã! Você me diz, você não sabe mais o que fazer. Eu também não, Dean. Ainda não. Mas o que você está fazendo agora, está errado! Está desistindo! Quero dizer, olhe o que aconteceu. Donatello nunca desistiu de lutar. Então poderíamos ajudá-lo porque ele nunca desistiu. Eu acredito em nós, Dean. Eu acredito em nós. Por que você não acredita em nós também?

Dean faz Sam e Castiel prometerem que se não encontrarem outra saída, eles irão enfim aceitar o destino de Dean. Se aquele não era o momento de desistir dos Winchesters, então não imagino qual seria, já que Billie diz a Dean que não importa o que eles façam, o final será sempre o mesmo. Ansiosa para ver o que os roteiristas vão tirar da manga para mudar isso.

Outra questão desse episódio que preciso comentar um pouco, é o enredo de Nick. Eu errei feio na minha última review quando falei que sua história nessa temporada havia acabado, ao que tudo indicou nesse episódio, há muito o que acontecer ainda. O que, na minha opinião, é algo bom. Além de dar uma mexida extra na história central dos irmãos, também é sempre ótimo ver Mark Pellegrino em cena. Mas confesso que não estou entusiasmada com a possibilidade de um retorno de Lúcifer, e a maneira como a série pode fazer isso, me preocupa um pouco. #Oremos

Audiência do episódio (Canal CW – EUA):  1.36 milhões de espectadores.
Nota: ♥♥♥♥ (4/5)