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Para o remake de “Sexta-Feira 13”, o diretor Marcus Nispel finalmente conseguiu trabalhar com Jared Padalecki, que estaria no elenco de “O Massacre da Serra Elétrica”, mas acabou enrolado com seus compromissos na televisão. Depois de fazer o bom-moço Dean no seriado “Gilmore Girls”, Padalecki é a estrela de uma das séries de maior sucesso atualmente na tevê americana, “Supernatural”. Também um fenômeno na telinha, Amanda Righetti é a estrela de “The Mentalist”, que levantou a audiência da CBS nas noites de terça-feira.

Em “Sexta-Feira 13”, os dois são os irmãos Clay – um selvagem da motocicleta versão horror movie – e Whitney, que desapareceu há seis semanas nas imediações de Crystal Lake. O enredo não difere muito dos outros filmes da safra de Jason produzidos originalmente por Sean Cunningham (mais uma vez assinando a produção, ao lado de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller, o trio por detrás de “O Massacre da Serra Elétrica” e “Terror em Amytiville”): jovens à beira da fogueira contando histórias arrepiantes que acabam virando realidade.

Padalecki e Righetti conversaram com o UOL sobre a volta dos bons tempos do terror e suas carreiras. Os melhores trechos seguem abaixo:

UOL: O que fez vocês decidirem embarcar em uma das mais famosas marcas de terror de Hollywood?
Jared: Sou um fã ardoroso de remakes bem-feitos, como “O Massacre da Serra Elétrica”. E sempre quis fazer um dos filmes produzidos por Bay, Form e Fuller. Gosto do tratamento de luxo que eles dão aos velhos e bons clássicos. E também vi todos os “Sexta-Feira 13” na minha adolescência, é, sem exagero, meu franchise de terror favorito.
Amanda: Para você ter idéia de meu envolvimento, estou produzindo meu primeiro filme, e é um de terror. Adoro! Trata-se de um filme de terror de surfe. E se tudo der certo, começaremos as filmagens em junho.

UOL: Os fãs de Sexta-Feira 13 são rigorosos, há dezenas de fóruns na internet dedicados ao filme. Isso os deixou preocupados?
Jared: Eu diria que filmar “Sexta-Feira 13” foi 50% excitante e 50% frio na barriga. De nervosismo mesmo, de pensar “mas o que é que os fãs vão achar de nosso filme”. Não queria aquela reação: “mas como é que eles ousaram fazer isso”, sabe?
Amanda: Acho que o resultado final vai ser excelente para todo o elenco. “Sexta-Feira 13” é uma enorme oportunidade, um showcase mesmo para a gente. Fico extremamente eufórica porque se trata de um lançamento mundial. No dia 13 de fevereiro, sexta-feira, estará nos cinemas do mundo todo. O quão raro é isso?

UOL: Vocês, como se diz no Brasil, “comem o pão que o diabo amassou” durante o filme. Vocês tiveram alguma cena mais escabrosa?
Jared: Algumas cenas foram bem complicadas, mas a mais difícil talvez tenha sido a da luta em cima do ônibus abandonado. Usávamos calças muito justas, sapatos que apertavam, e acabei ficando com roxos, arranhados e concussões leves, mas o Derek Mears, que faz o Jason, me ajudou muito. Sempre que eu caía, ele me levantava e seguíamos em frente.
Amanda: A velocidade das filmagens foi impressionante. Digamos que foi uma agenda de filmagem bem ambiciosa (risos). Não filmamos mais do que dois takes de cada cena. Ou seja, havia a pressão de fazer bem já de cara.

UOL: Vocês fazem televisão sem parar. É coincidência encabeçarem o elenco do novo “Sexta-Feira 13”?
Amanda: A exposição, na tevê, é absurda. E, claro, o estúdio precisa que o público tenha chamarizes para ver o filme.



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